Espetáculo de teatro performativo relacional que parte da narrativa de uma internação hospitalar para problematizar a vida e o enfrentamento de risco de morte, envolvendo a plateia em ambiências e jogos relacionais.
Foi apresentado na Bienal Internacional de Teatro da USP do ano de 2012, cujo tema foi “Realidades Incendiárias”, cumprindo temporada de apresentações na Tenda Cultural Ortega y Gasset, na Universidade Estadual de São Paulo – UNES e no TUSP – Teatro da Universidade de São Paulo.
CEGOS é uma intervenção urbana cuja proposta visual é criticar a condição massacrante característica do trabalho corporativo iconizado nos trajes sociais que homens e mulheres das grandes metrópoles utilizam como armadura cotidiana. O trabalho é realizado a partir de um workshop, convidando participantes na cidade onde será apresentado, oportunidade em que o coro performativo se forma e a performance ganha vida. Participou do Programa Palco Giratório do Sesc, circulando por quase todas as capitais de Estados brasileiros, além de ter sido contemplado pelo edital da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo, dentro do projeto “Cidades em Performance”, realizando apresentações em Paris, Amsterdam, Barcelona, Ilha da Madeira e Nova York.
A intervenção urbana que transforma a rua no altar que celebra o amor em todas as suas possibilidades. Por meio do estranhamento poético e crítico da imagem clássica do casamento MATRIMÔNIOS convida o público a celebrar o amor e o amar de todas, todes e todos sem distinção de qualquer natureza.
Intervenção cênica urbana criada em parceria com os alunos da ocupação estudantil da Escola Estadual Maria José, situada no bairro da Bela Vista /SP. INTERDITADOS foi uma resposta cênica performativa ao momento político e social vivido por estudantes secundaristas do Estado de São Paulo, que ocuparam os prédios de suas escolas em busca de melhorias ao Sistema Estadual de Ensino Público.
Inspirado pela poética utópica de Arthur Rimbaud, que sonhava com uma língua universal sem palavras que tocasse diretamente os sentidos, “Anatomia do Fauno” atua nos limites entre o teatro e a performance. A figura mitológica do Fauno, retirado de seu ambiente natural e posto numa cidade como São Paulo, é um fio condutor para essa jornada pelas sombras e luzes artificiais das noites metropolitanas. Caminhando da doença à cura, este Fauno é guiado para a anatomia de um corpo que supere os fracassos de nossa humanidade consumista.
A intervenção urbana MÁFIA – exposição interativa, realizada pelo grupo artístico Desvio Coletivo, é uma ação apartidária que deu uma resposta simbólica ao vice presidente Michel Temer, e mais 37 deputados, com nomes vinculados ao cometimento de crimes e que votaram sim ao processo de impedimento de uma presidente eleita democraticamente.
A ação artística tematiza a necessidade de resistirmos ao fascismo e ao neonazismo. O espectador é convidado à participar do ritual performativo e apagar, num banho de ervas, as imagens da suástica nazista. A ação vai na contramão do ressurgimento deste símbolo nefasto, através de uma experiência coletiva de limpeza e descarga dos maus fluídos decorrentes da onda de ódio à diferença emergente.
Concebida coletivamente em processo coordenado por Alice K e Marcos Bulhões, e edição e direção de vídeo de Jenny Fonseca, a vídeo performance aborda uma intervenção urbana que iniciou-se na sede do antigo Dops em São Paulo, tematizando as vitimas da tortura e assassinato ditadura militar.
A intervenção urbana tematiza o crescimento da violência fascista apos o impeachment de Dilma Rousseff e foi apresentada pelo Desvio Coletivo em Curitiba, no centro da cidade, e na Avenida Paulista em São Paulo.
Ocupação “Marco Zero”, com diversas ações performativas em frente à Catedral da Sé, durante quatro horas, julho de 2018, em São Paulo. Uma delas convidava quem passasse pelo centro da praça à subir no marco zero e assumir a voz do megafone: lendo trechos da constituicao brasileira e/ou cantando um samba, acompanhado pelo cavaquinho de @leticiacoura em e meio ã uma coralidade com máscaras criadas por Ariane Vitalle, grafadas com palavras desejantes: igual, democracia, etc. Este senhor que não quis se identificar, foi um dos mais entusiamados participantes. Experimento do coletivo provisório da disciplina de pós Práticas Performativas (ECA, USP), ministrada em parceria com Marcelo Denny , durante o módulo coralidades do corpo, coordenado por Marcos Bulhões.
É inaceitável o desmonte da educação que vem em curso no Brasil. Enquanto escolas e universidades públicas sofrem com o sucateamento, fechamento de cursos, falta de merenda, material e professores, 1 bilhão de reais são cortados do orçamento da educação e desviados para propaganda eleitoral e pagamento de propina do atual governo federal. No que diz respeito à esfera estadual, há 10 anos a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo não abre concurso para contratação de professores, mostrando o descaso em relação ao ensino público.
Em resposta ao desmonte, estudantes de Artes Cênicas da USP alinhados com mobilização nacional dos estudantes pela escola e a universidade pública, realizaram nessa quarta-feira (19/10) uma performance urbana em frente à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, na praça da República.
Performance urbana realizada pelo Laboratório, coordenada por Arianne Vitale e Marcos Bulhões, em parceria com o movimento nacional dos estudantes.